sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Pecador


























Derrame o sangue da morte,
Sobre minha pele de lobo,
E me açoite ate a morte,
Depois jogue-me aos covos,
Pois, mereço as pragas malditas,
Por ser um pecador maldito,
Por me fazer de surdo,
Por querer pra mim o mundo,
E não me acovardo às foices,
Que decapitam meu egoísmo,
Nem das apunhaladas ao peito,
Nem dos castigos e açoites,
Então ceifa minha vida incrédula,
Por ter ódio e ser um profano

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